Militares no estrangeiro votaram por antecipação

Diplomatas acreditados em vários países foram destacados para recolher votos antecipados dos militares em missões externas

O meio milhar de militares destacados no estrangeiro já exerceram o seu direito de voto para as eleições presidenciais de domingo.

O processo esteve a cargo de diplomatas acreditados junto de países limítrofes enviados para Iraque, Somália, Kosovo, Mali, Afeganistão e República Centro Africana.

Portugal tem 189 militares no Kosovo, que votaram dia 12

No Kosovo, onde está o maior contingente militar (ao serviço da NATO), o direito de voto foi exercido no dia 12 de janeiro, informou o Estado-Maior General das Forças Armadas (EMGFA). Para o efeito, deslocou-se ao Campo Português em Pristina um conselheiro da embaixada na Sérvia, referiu o Ministério dos Negócios Estrangeiros.

A votação no Kosovo abrangeu um total de 122 eleitores, adiantou o EMGFA, enaltecendo "a dedicação e o profissionalismo dos funcionários" da embaixada em Belgrado e do Estado-Maior General.

Segundo os dados do EMGFA, no final de novembro havia 489 militares portugueses destacados no estrangeiro ao serviço da NATO, da UE e da ONU.

Para o conjunto deste ano e de acordo com as missões aprovadas em Conselho Superior de Defesa Nacional (CSDN), serão empenhados mais de um milhar de militares dos três ramos das Forças Armadas.

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