Portugal é o melhor destino turístico do mundo

O prémio acaba de ser entregue à secretária de Estado Ana Mendes Godinho nos World Travel Awards, no Vietname.

Foram seis Óscares mundiais, mais quatro do que os conquistados no último ano, que "representam muitos anos de trabalho na requalificação do país". "Portugal arrasou!" Ainda com a emoção à flor da pele, Ana Mendes Godinho, que foi ao Vietname para a cerimónia anual dos World Travel Awards, contou ao DN que "nem tinha mãos para segurar tantos prémios".

Depois do Dubai, no ano passado, neste ano e pela primeira vez Portugal foi escolhido pela prestigiada organização mundial como o Melhor Destino Turístico do Mundo. Mas se esta foi a maior distinção da noite - que chega três meses depois de recebermos também o prémio de Melhor Destino Europeu -, não foi de longe a única.

Seis prémios mundiais: Portugal arrasa nos Óscares do Turismo

É para Lisboa que vem a estatueta de Melhor Citybreak do Mundo; a Madeira destaca-se como Melhor Destino Insular e os Parques de Sintra-Monte da Lua receberam o Óscar de Melhor Exemplo de Recuperação de Património.

Mas no JW Marriott Phu Quoc de Emerald Bay ainda a procissão ia no adro, reservando outras vitórias para o país. Incluindo o prémio para as Melhores Campanhas de Promoção Turística e a Melhor Organização de Turismo do Mundo, para o Turismo de Portugal. "Foi espetacular! E isto só no campo dos programas públicos, sem contar com outras distinções na hotelaria", resumiu a secretária de Estado, em declarações ao DN.

De resto, na sala onde decorreu a gala, não havia divergências: "Todos diziam que Portugal é o país de que se fala." Para Ana Mendes Godinho, estas conquistas são o "reconhecimento sobretudo da imagem internacional do país, que está num momento de grande dinâmica e de viragem. Estes prémios são reflexo disso mesmo".

Ler mais

Exclusivos

Premium

Pedro Lains

O Brasil e as fontes do mal

O populismo de direita está em ascensão, na Europa, na Ásia e nas Américas, podendo agora vencer a presidência do Brasil. Como se explica esta tendência preocupante? A resposta pode estar na procura de padrões comuns, exercício que infelizmente ganha profundidade com o crescente número de países envolvidos. A conclusão é que os pontos comuns não se encontram na aversão à globalização, à imigração ou à corrupção política, mas sim numa nova era de campanhas eleitorais que os políticos democráticos não estão a conseguir acompanhar, ao contrário de interesses políticos e económicos de tendências não democráticas. A solução não é fácil, mas tudo é mais difícil se não forem identificadas as verdadeiras fontes. É isso que devemos procurar fazer.

Premium

João Almeida Moreira

1964, 1989, 2018

A onda desmesurada que varreu o Brasil não foi apenas obra de um militar. Não foi, aliás, apenas obra dos militares. Os setores mais conservadores da Igreja, e os seus fiéis fanáticos, apoiaram. Os empresários mais radicais do mercado, que lutam para que as riquezas do país continuem restritas à oligarquia de sempre, juntaram-se. Parte do universo mediático pactuou, uns por ação, outros por omissão. Os ventos norte-americanos, como de costume, influenciaram. E, por fim, o anticomunismo primário, associado a boas doses de ignorância, embrulhou tudo.

Premium

Eslováquia

Iveta Radicová: "Senti pressões de grupos criminosos todos os dias"

Foi a primeira mulher na Eslováquia a ter a cátedra de Sociologia, a disputar uma segunda volta nas eleições presidenciais e a exercer o cargo de primeira-ministra, entre 2010 e 2012. Enquanto governante sofreu na pele ameaças, mas o que agora a inquieta é saber quem são os responsáveis pela desinformação e discurso de ódio que a todos afeta nas redes sociais.

Premium

Rosália Amorim

OE 2019 e "o último orçamento que acabei de apresentar"

"Menos défice, mais poupança, menos dívida", foi assim que Mário Centeno, ministro das Finanças, anunciou o Orçamento do Estado para 2019. Em jeito de slogan, destacou os temas que mais votos poderão dar ao governo nas eleições legislativas, que vão decorrer no próximo ano. Não é todos os anos que uma conferência de imprensa no Ministério das Finanças, por ocasião do orçamento da nação, começa logo pelos temas do emprego ou dos incentivos ao regresso dos emigrantes. São assuntos que mexem com as vidas das famílias e são temas em que o executivo tem cartas para deitar na mesa.