Esta é a nova bandeira para as praias

As praias nacionais ganharam mais uma bandeira. Agora além da verde, amarela e vermelha, há a listada com as cores amarelo e vermelho: indica onde é seguro tomar banho

Esta época balnear há uma nova indicação a ter em conta quando for à praia: ver onde estão duas bandeiras listadas de cor amarela e vermelho. Será entre essas bandeiras a zona segura para ir água. Os nadadores salvadores colocam essa indicação em zonas onde não há, por exemplo, agueiros. E podem mudar a localização durante o dia de acordo com as marés, por exemplo.

A indicação faz parte do edital de praia - onde estão explicadas as regras de segurança, o significado das bandeiras, as coimas em que incorre quem não respeitar as indicações dos nadadores salvadores, os dispositivos de segurança existentes - e significa "zona recomendável para os banhistas entrarem na água".

Ao DN, fonte oficial da Autoridade Marítima Nacional explicou que com esta indicação os banhistas ficam a conhecer "as zonas mais seguras para tomar banho" e que são "sugeridas pelos nadadores salvadores".

Assim, além de ter atenção à cor da bandeira que indica se pode tomar banho - vermelha, amarela e verde -, o banhista tem de ter atenção à localização destas "balizas" que mostram as zonas onde se pode entrar na água.

O nome exato da sinalização é, segundo o Instituto de Socorros a Náufragos, "zona recomendável para os banhistas entrarem na água" e, segundo explicaram ao DN, a localização das duas bandeiras pode ser alterada de acordo, por exemplo, com as marés.

Esta é a primeira vez que está a ser utilizada esta informação gráfica nas praias - apesar de na época balnear do ano passado em alguns locais já ter sido experimentada -, o que também vai acontecer em outros países europeus que tenham adotado esta sinalização. Pretende-se, assim, que em todas as zonas balneares existam indicações uniformes.

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Maria Antónia de Almeida Santos

Uma opinião sustentável

De um ponto de vista global e a nível histórico, poucos conceitos têm sido tão úteis e operativos como o do desenvolvimento sustentável. Trouxe-nos a noção do sistémico, no sentido em que cimentou a ideia de que as ações, individuais ou em grupo, têm reflexo no conjunto de todos. Semeou também a consciência do "sustentável" como algo capaz de suprir as necessidades do presente sem comprometer o futuro do planeta. Na sequência, surgiu também o pressuposto de que a diversidade cultural é tão importante como a biodiversidade e, hoje, a pobreza no mundo, a inclusão, a demografia e a migração entram na ordem do dia da discussão mundial.