Armazenamento de água subiu em nove bacias hidrográficas e desceu em três

A bacia que apresenta menor capacidade de armazenamento é a do Sado com 27%

A quantidade de água armazenada em janeiro subiu em nove bacias hidrográficas de Portugal continental e desceu em três, em comparação com o mês de dezembro, segundo o boletim de armazenamento de albufeiras divulgado hoje.

O boletim do Sistema Nacional de Informação de Recursos Hídricos (SNIRH) indica que das 60 albufeiras monitorizadas, oito apresentam disponibilidades hídricas superiores a 80% do volume total e 21 têm disponibilidades inferiores a 40%.

De acordo com o SNIRH, a bacia que apresenta menor capacidade de armazenamento é a do Sado com 27%, uma subida ligeira em relação ao mês de dezembro (23,4%).

A bacia do Mondego é a que regista a maior capacidade de armazenamento 73,3%, seguindo-se a do Guadiana (64,2%), do Douro (62,4%), do Cávado (63,7%), do Ave (57,8%), do Lima (56,8%), do Tejo (54,9%), do Mira (53%), do Barlavento (49,5%) e do Arade (39,1%).

Os armazenamentos de janeiro de 2017 por bacia hidrográfica apresentam-se inferiores às médias de armazenamento de janeiro (1990/91 a 2016/17), exceto para a bacia do Mondego.

A cada bacia hidrográfica pode corresponder mais do que uma albufeira, segundo o SNIRH.

Em dezembro de 2017 e comparativamente ao último dia do mês anterior tinha-se verificado uma subida em cinco bacias hidrográficas de Portugal continental e sete descidas.

De acordo com o índice meteorológico de seca do Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA), no final de dezembro verificou-se, relativamente a 30 de novembro, um desagravamento da intensidade da seca meteorológica, com cerca de 60% do território (regiões a sul do sistema montanhoso Montejunto-Estrela) nas classes de seca severa e extrema.

O IPMA indicou também no seu boletim climatológico que o ano de 2017 foi o segundo mais quente dos últimos 86 anos e está entre os quatro mais secos desde 1931.

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