Forças Armadas espalhadas pelo mundo a apoiar ONU, NATO e UE

Início da missão militar na República Centro-Africana e o fim da do Kosovo marcam o novo ano.

Abril de 2017 marca o fim da presença das Forças Armadas no Kosovo, naquela que é uma das mais longas missões militares no exterior. Embora iniciada em 1999, Portugal deixou o território balcânico em 2001 e só regressou em 2005.

Apesar de acabar essa missão, agora com quase 200 efetivos que atuam como reserva do comandante da NATO no Kosovo, o orçamento para as Forças Nacionais Destacadas (FND) em 2017 cresce 1,5 milhões de euros - para 58 milhões - face a 2016. Para o ministro da Defesa, que há dias esteve num jantar de Natal com os militares no Mali, importa que esse orçamento "respeite regras operacionais" na esfera do CEMGFA e as "orientações estratégicas" de política externa "que correspondem à realização do interesse público geral".

A partir para a República Centro-Africana (RCA) está outra FND, com 160 efetivos do Exército - 90 dos quais comandos - e da Força Aérea, que vai estar um ano ao serviço da ONU, desde hoje liderada pelo português António Guterres.

Quanto à NATO, este ano será reforçada a participação em operações no Mediterrâneo, Lituânia e Roménia. Recorde-se que no final de 2016 começou a missão de monitorização do processo de paz na Colômbia, sob a bandeira da ONU, e que este ano prosseguem as missões do Afeganistão, Somália, Iraque, Mali, RCA, Mediterrâneo e Índico (ver infografia).

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