Embaixada portuguesa em Díli reabriu esta terça-feira sem problemas

Ações violentas de um grupo de jovens obrigaram ao encerramento da missão diplomática na segunda-feira

O chefe da diplomacia portuguesa disse à Lusa que a embaixada portuguesa em Díli funcionou esta segunda-feira normalmente, depois de ter sido obrigada a encerrar na segunda-feira devido a "um momento de tensão" causado por "um pequeno grupo de pessoas".

Ações violentas de um grupo de jovens que tentou forçar a entrada na embaixada portuguesa em Díli, por alegado descontentamento com a demora no processamento dos seus pedidos de nacionalidade, obrigaram ao encerramento da missão diplomática na segunda-feira.

Esta terça-feira, a situação voltou à normalidade, segundo o ministro dos Negócios Estrangeiros português, Augusto Santos Silva, que desvalorizou aquilo a que chamou de uma "tentativa de provocar desacatos, que foi gorada", afirmando acreditar que não passou de "um episódio" causado por "um pequeno grupo, que está muito longe" de representar as pessoas que recorrem àquela embaixada portuguesa.

O ministro falava à Lusa cerca das 10:00 de Lisboa, 18:00 em Timor-Leste.

"Falei com o encarregado de negócios de Portugal em Díli longamente, para perceber o que se estava a passar, e quais eram os ritmos de atendimento das pessoas. Todas as informações que recebi levam-me a concluir que está a fazer-se um atendimento razoável, em prazos razoáveis, quer de atendimento quer de processamento de pedidos".

"As pessoas têm de ter um pouco de calma e de respeito", defendeu.

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