CGTP e UGT querem avançar para reposição dos 25 dias de férias

Patrões estão contra a medida e executivo admite discuti-la na concertação social, embora esteja fora do programa de governo e dos acordos de esquerda

As duas maiores centrais sindicais, a CGTP e a UGT, querem levar para o debate em sede de concertação social o regresso da majoração dos dias úteis de férias (de 22 para 25, em função da assiduidade dos trabalhadores). Segundo o JN/Dinheiro Vivo, apesar de esta questão não estar no programa de governo nem nos acordos à esquerda, o governo admite vir a discuti-la.

Quanto aos patrões, não estão sujeitos a ceder, vão lutar contra a reposição e dizem que este é um "não-assunto". Ainda assim, a questão deve ser discutida no âmbito das nove mesas negociais que integram a "Agenda do desenvolvimento económico e social de médio prazo" para Portugal. Ao JN, o secretágio-geral da CGTP, Arménio Carlos quer apresentar a proposta "logo que possível" e o secretário-geral da UGT, Carlos Silva, diz que o fim dos 25 dias era uma medida "temporária" e admitiu quer "introduzir essa matéria nas negociações".

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