CDS obriga esquerda a pronunciar-se sobre programas

Centristas alteram texto do projeto de resolução para obrigar BE, PCP e PEV a votarem se "recusam" ou não o Programa de Estabilidade e de Reformas

Votar, votar, votar. O CDS insistiu durante todo o debate para que os programas de Estabilidade e de Reformas fossem a votos, mas perante a falta de comparência do BE, PCP e PEV, como apontou o líder parlamentar centrista, Nuno Magalhães anunciou, já ao cair do pano, que o CDS vai mesmo apresentar estes documentos a votos, reformulando o seu projeto de resolução.

No texto, que será votado na sexta-feira, no período regimental de votações, a proposta que vai a votos deixa de ter a recomendação de que o Governo "submeta o Programa de Estabilidade 2016-2020 e o Programa Nacional de Reformas a votação pelo Plenário da Assembleia da República", passando a ter uma formulação assertiva: "Que recusamos o Programa de Estabilidade 2016-2020 e o Programa Nacional de Reformas - e votaremos contra", atirou Nuno Magalhães.

Com esta iniciativa, BE, PCP e PEV vão ter mesmo que se pronunciar sobre as propostas do Governo socialista.

O PSD anunciou que irá votar a favor da proposta do CDS.

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