Autorizadas 520 vagas para os quadros permanentes das Forças Armadas

Despacho conjunto dos ministros das Finanças e da Defesa publicado esta quarta-feira em Diário da República.

As Forças Armadas foram autorizadas a admitir 520 militares para os seus quadros permanentes, informa esta quarta-feira o Diário da República.

Segundo despacho dos ministros das Finanças e da Defesa, a Marinha pode admitir 275 efetivos, o Exército 142 e a Força Aérea 103.

A diferença de efetivos a incorporar este ano pela Marinha face aos outros ramos explica-se por ser o único que tem praças nos seus quadros permanentes.

Por categorias, a Marinha pode incorporar 72 oficiais, 10 sargentos e 193 praças; o Exército 72 oficiais e 70 sargentos; a Força Aérea 55 oficiais e 48 sargentos.

Os encargos financeiros decorrentes dessas admissões por concurso, tirocínio ou estágio são suportados pelos orçamentos dos respetivos ramos.

As Forças Armadas têm atualmente cerca de 29 mil efetivos, para um quadro autorizado entre os 30 mil e os 32 mil (sendo mais de metade nos regimes de contrato e voluntariado).

Note-se que várias fontes questionam a necessidade de haver pelo menos 30 mil militares, quando Portugal raramente teve 2000 efetivos em permanência em operações no exterior desde o fim da guerra colonial.

As Forças Armadas têm como missões constitucionais a defesa militar da República e a satisfação dos compromissos internacionais do Estado no âmbito militar, além da participação em missões humanitárias e de paz assumidas pelas organizações internacionais a que o país pertence.

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