Marilyn Manson defende Depp: "Ele foi crucificado"

Marilyn Manson, padrinho da filha de Johnny Depp, diz que o ator foi "crucificado" pelos media durante o processo de divórcio de Amber Heard e frisa que as alegações de agressão física e emocional são "mentira".

Marilyn Manson confessou numa nova entrevista que Johnny Depp foi "injustamente crucificado" pelos media durante o processo divórcio de Amber Heard, a atriz que acusou a estrela de Hollywood de agressão física e emocional.

O cantor, que é padrinho de Lily-Rose, filha de Depp com Vanessa Paradis, não gostou da imagem que ficou associada ao ator na sequência das alegações de Amber Heard. "Johnny é uma das melhores pessoas que eu conheço, ao ponto de quase me partir o coração quando vejo o quão bom ele é para os amigos e as pessoas à sua volta. Ele foi completamente crucificado, e injustamente", contou ao site Daily Beast.

Sobre as alegações de Amber Heard, Manson frisa: "É claro que acho que tudo aquilo é mentira. Ele é uma excelente pessoa", acrescenta. Marilyn Manson e o ator têm uma amizade próxima há quase duas décadas e já chegaram a trabalhar juntos, inclusivamente em espetáculos ao vivo.

A agora ex-mulher de Johnny Depp já anunciou que iria doar os 6,1 milhões de euros que recebeu do acordo de divórcio a duas instituições de solidariedade.

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