Escutas ilegais e câmaras ocultas: as paranoias de Taylor Swift

A cantora de 26 anos, que ameaça processar Kanye West pela gravação de uma conversa telefónica, confessou no passado viver com medo de ser escutada ou filmada de forma ilegal

Quando. no início desta semana, se tornou pública a gravação de uma conversa telefónica entre Kanye West e Taylor Swift, os advogados da cantora foram rápidos a afirmar que vai haver processo judicial. Alegadamente, Swift não sabia que o telefonema estava a ser gravado.

Segundo avança agora a Vanity Fair, a cantora de 26 anos vive há anos com a constante obsessão de poder estar a ser escutada ou filmada de forma ilegal. E são várias as ocasiões em que já falou publicamente sobre o assunto. Em fevereiro de 2015, em entrevista à rádio Capital FM, confessou ser essa uma das suas "paranoias".

"Tenho problemas em estar em edifícios como este porque acho que está sempre alguém a filmar-me ou a gravar-me", confessou na altura a intérprete de Bad Blood. Em 2014, a Rolling Stone escrevia que, quando Swift se mudou para a sua casa em Nova Iorque (avaliada em 13,6 milhões de euros), terá gasto 4,5 milhões de euros na compra de um apartamento no mesmo edifício para alojar a sua equipa de segurança.

À mesma publicação, a cantora admitia o seu medo de microfones escondidos. "Nem me falem sobre isso. Não é um assunto bom para eu falar em ocasiões sociais. Passo-me", admitia. A reportagem da Rolling Stone, realizada nos bastidores da gravação do vídeo Shake it Off, descrevia o grau de obsessão com secretismo e privacidade que têm Taylor e a sua equipa: janelas tapadas com panos pretos, seguranças em todas as portas, um nome de código para a gravação do vídeo.

À mesma publicação, a cantora revelava que, em teoria, sabia quem é que poderia passar informações sobre o vídeo à imprensa. "O contínuo. O contínuo que está a ser pago pelo TMZ [site de notícias sobre celebridades]". Taylor perorava ainda sobre a (teórica) possibilidade das colunas de som também poderem conter microfones escondidos ou do seu telemóvel poder ser ativado remotamente de forma às suas conversas poderem ser escutadas.

"Não tiro a roupa em fotografias nem nada do género - sou muito reservada em relação a isso. Por isso, assusta-me pensar o quão valioso seria ter um vídeo meu, a trocar de roupa. É triste ter de andar à procura de câmaras em provadores, camarins ou casas de banho. Não ando nua pela casa com as janelas abertas porque isso tem um preço", explicava ainda Taylor Swift.

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