É este playboy australiano o próximo Hugh Hefner? Ele diz que não

Travers Beynon tem 44 anos e vive com cinco mulheres. Magnata do tabaco, rejeita ser ele o sucessor do criador da Playboy

"As mulheres e as namoradas são anjos. As parceiras sexuais são deusas." A visão de Travers Beynon, o autor desta declaração, fá-lo partilhar a mesma casa com (pelo menos) cinco mulheres. Está casado em segundas núpcias com uma delas, Taesha, desde 2009. "O engraçado é que muitos homens traem as suas mulheres e as suas namoradas. Eu fui honesto desde o primeiro dia. Ela é bissexual e damo-nos bem", garante. Australiano, Beynon tem 44 anos, é pai de quatro filhos (dois de um casamento anterior com a Miss Mundo Ninibeth Leal) e já foi apelidado de o próximo Hugh Hefner, o proprietário do império Playboy. "Este nunca foi o meu objetivo, mas parece que o destino me levou a isso", explicou ao Page Six, do New York Post.

É no seu país natal que vive este antigo jogador de futebol (uma carreira que terminou cedo devido a uma lesão) e atual magnata do mundo do tabaco. Aí é conhecido por Candyman. Em vez de ter a Mansão das Coelhinhas - como Hefner teve em Los Angeles até junho deste ano, mês em que a vendeu a um vizinho por 88 milhões de euros -, Travers Beynon tem a Candymancan, a casa (avaliada em cerca de 3 milhões de euros) onde vive com as suas mulheres e que, diz, gostava de mostrar ao mundo, em especial aos Estados Unidos - um país que admira por "celebrar o trabalho e o sucesso em vez de o condenar" -, através de um reality show televisivo.

Se assim fosse, o programa narraria provavelmente o que já se pode ver nas suas redes sociais: uma vida em que o luxo se mistura com comportamentos lascivos, representada por imagens suas e das suas companheiras nas quais o pudor não entra.

Um estilo de vida que lhe rende qualquer coisa como 600 mil seguidores nas redes sociais. Travers tem ainda um site onde vende merchandise e onde explica que, mais do que um "animal" no que toca a diversão, é um "entertainer provocador" para quem "não há limites". Exemplo disso foi quando, há cerca de um ano, publicou uma fotografia em que aparece a "passear" duas mulheres, presas por uma trela, como se fossem cães. "Muitas pessoas odeiam-me. Mas, se não tivermos quem não goste de nós, isso significa que há algo que não estamos a fazer bem", refere à Page Six. "Eu tenho apenas uma vida para viver."

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