Diagnosticaram-lhe cancro e ela deu a volta ao mundo

Meg Sullivan decidiu dar a volta ao mundo: visitou 13 países em 12 dias e tirou fotografias às Sete Maravilhas do Mundo

Em 2015, num espaço de duas semanas, foi-lhe diagnosticado cancro da pele, envolveu-se num acidente de carro e deu uma queda de 15 metros durante uma escalada. Quando o universo parecia estar contra si, Meg Sullivan não desanimou. Depois da recuperar da cirurgia que lhe removeu as células cancerígenas, Megan decidiu dar a volta ao mundo para cumprir um sonho: ver as Sete Maravilhas.

Em 13 dias, visitou 12 países diferentes, apanhou 15 voos, viajou um total de 28 mil e 211 milhas (cerca de 45 mil e 401 quilómetros) e viu-lhe ser confiscado um tripé. Mas tudo valeu a pena quando se deparou com o Coliseu de Roma, a Grande Muralha da China, o Taj Mahal (Índia), o Cristo Redentor (Brasil), Chichén Itzá (cidade arqueológica no México), Machu Picchu (Perú) e as Ruínas de Petra (Jordânia).

Para relatar cada pormenor desta aventura, Sullivan utilizou o seu blogue e Instagram. A realizadora e produtora norte-americana garante que "não é preciso ser o Bill Gates para viajar pelo mundo", mas reconhece que o seu salário generoso ajudou bastante a cumprir o sonho. "Tenho um trabalho muito exigente, que felizmente me paga o suficiente para eu poder viajar".

Megan gastou cerca de cinco mil e 592 euros durante os 13 dias, e fez questão de partilhar com os seus seguidores dicas sobre como poupar nos hotéis, voos, transportes, alimentação e vistos. Mas explicou: "Para esta viagem, já estava a poupar há quatro anos... No entanto, se está ansioso por partir de imediato, faça o que eu fiz alguns meses depois da viagem: peguei em tudo o que tinha no meu estúdio, e que já não usava há cerca de um ano, e vendi no Ebay".

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