Governo investe 7 milhões de euros em máscaras para o primeiro período letivo

O ministro da Educação, Tiago Brandão Rodrigues, anunciou esta segunda-feira um investimento de sete milhões de euros para garantir máscaras e outros equipamentos de proteção individual às escolas para o regresso às aulas em setembro.

"As orientações já seguiram para as escolas e, neste momento, os diretores já se estão a preparar para fazer a aquisição das máscaras comunitárias. Toda gente terá, efetivamente, máscaras para poder enfrentar o primeiro período. Depois daremos a dotação às escolas para o segundo e terceiro períodos. Para o primeiro período a dotação orçamental foi de sete milhões de euros", afirmou o Tiago Brandão Rodrigues.

O governante, que falava aos jornalistas à margem da inauguração das obras de requalificação da Pousada da Juventude de Viana do Castelo, adiantou ter chegado às escolas "orientação, instruções e, obviamente, o reforço financeiro para comprarem gel alcoólico, aventais, viseiras e luvas para os assistentes operacionais".

"No fundo, todo o apetrechamento necessário para aumentarmos a segurança", reforçou, salientando que estes equipamentos de proteção individual já tinham sido garantidos "no final do ano letivo 2019/2020".

O ministro da Educação destacou que a aquisição do material "certificado" deverá acontecer localmente para "agitar positivamente" a economia de cada região.

Questionado pelos jornalistas sobre o reforço de funcionários, o ministro da Educação garantiu serão criadas "bolsas de contratação de assistentes operacionais, que passam também a incluir assistentes técnicos".

"Fizemos algo que não existia até agora. Tanto os assistentes operacionais, como os assistentes técnicos vão poder ser substituídos na possibilidade de algum faltar num período de 12 dias. Todas as escolas, a partir do próximo ano, vão ter uma reserva de recrutamento tanto para assistentes operacionais como assistentes técnicos. A partir do momento em que existe uma lista de substituição que atua rapidamente essa questão [falta de funcionários] não se põe".

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