GNR acabou com festa ilegal com mais de 200 pessoas em Almancil

As autoridades não deram licença e os organizadores foram avisados pela GNR. Mesmo assim avançaram com o evento. Teve de ser a polícia a acabar com a festa.

A GNR diz ter posto fim, no domingo, a uma "festa ilegal" que decorria em Almancil, no Algarve, com mais de 200 pessoas, numa ação desencadeada pelo Destacamento Territorial de Loulé. Os organizadores tinham sido avisados mas avançaram na mesma com o evento e teve de ser a GNR a dar fim à festa.

"No decorrer de diversas denúncias a informar a realização de uma festa privada, os militares da Guarda realizaram diversas diligências com vista a averiguar a localização do evento, tendo apurado o local exato, pelo que procedeu à fiscalização da festa", informa a GNR em comunicado.

De acordo com a Guarda, "o evento foi amplamente divulgado pela empresa organizadora nas redes sociais, sendo a entrada exclusiva a clientes com reserva de mesa e a localização transmitida apenas 12 horas antes do seu início, contando com diversos artistas convidados".

As autoridades, informa o comunicado da GNR, terão alertado os promotores do evento que seria necessário respeitar todas as regras em vigor tendo mesmo sido advertidos "para não realizarem a festa". Além disso, "foi solicitado parecer à Autoridade de Saúde, que foi negativo, por não estarem salvaguardadas todas as medidas preventivas, de proteção e segurança exigíveis para um evento daquele género."

Mas a festa realizou-se mesmo o que levou à intervenção da Guarda. "Não obstante, os organizadores prosseguiram com o evento, tendo os militares da GNR chegado ao local e terminado imediatamente com a festa, ordenando a todas as pessoas que abandonassem o local. Para além disso, o evento não dispunha de Licença Especial de Ruído emitida pela Câmara Municipal de Loulé, motivo pelo qual foi elaborado um auto de contraordenação", acrescenta o comunicado policial.

Na operação, a GNR de Loulé contou com o reforço do Grupo de Intervenção e Ordem Pública (GIOP) e do Grupo de Intervenção Cinotécnico (GIC).

Os organizadores do evento foram identificados e os factos remetidos ao Tribunal Judicial de Loulé.

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