Cáritas recebe mais pedidos de apoio de Idosos, crianças, sem-abrigo e migrantes.

A Cáritas Portuguesa muda estratégia de apoio para combater a pobreza na sequência da pandemia. Prioridade à população sénior e em situação vulnerável: famílias e crianças, sem-abrigo e migrantes.

A Cáritas Portuguesa lançou esta quinta-feira, simbolicamente em Dia de Corpo de Deus, uma nova estratégia de combate à pobreza, mais vocacionada para os efeitos da doença covid-19.

Em comunicado, a organização diz que vai atuar em quatro níveis de apoio: de primeira linha, recuperação sócio económica inclusiva, capacitação da estrutura social da rede nacional Cáritas e da rede Cáritas Internacional.

"Pela nossa capacidade de proximidade, estamos junto daqueles que procuram a nossa ajuda por todo o país. Precisamos de todos, agora, para nos ajudarem neste milagre da multiplicação e garantir que tudo é feito para que as famílias, possam recuperar a sua vida ou redesenhar o seu caminho", sublinha no documento Eugénio Fonseca, presidente da Cáritas Portuguesa. Pede aos portugueses que contribuam com donativos para poderem dar resposta às necessidade da população.

Essas necessidades têm vindo a aumentar com a pandemia, segundo a experiência da Cáritas. "Desde o início da crise provocada pela propagação do novo coronavírus (SARS-Cov-2), a rede das 20 Cáritas Diocesanas responde ao aumento na procura de ajuda nos grupos considerados prioritários": população sénior e pessoas em situação vulnerável: famílias e crianças, sem-abrigo e migrantes.

"Melhorar a vida das pessoas tem de ser o primeiro objetivo de tudo o que fazemos. É urgente corrigir desigualdades e haver um compromisso global para inverter todas as situações de pobreza. A partir do momento que uma pessoa pede ajuda a Cáritas o nosso empenho é para que ela encontre ferramentas para não voltar a precisar da nossa ajuda", defende Eugénio Fonseca.

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