Num tempo em que o mundo se inquieta e as sociedades oscilam entre avanços rápidos e fragilidades profundas, o Dia Internacional dos Direitos Humanos recorda-nos uma verdade essencial: o desenvolvimento de um país — ou do mundo — só é verdadeiro quando inclui todos. Esta é, aliás, a convicção central de Henrique Gouveia e Melo: um líder cuja visão económica nunca se separa da dimensão humana e cuja ambição de futuro para Portugal assenta, antes de tudo, na coesão social. O país vive uma sensação crescente de insegurança — não apenas física, mas emocional, económica e institucional. E, ainda assim, Portugal tem dentro de si uma grandeza latente que Gouveia e Melo convoca com naturalidade: a ideia de que não estamos condenados à pequenez, nem à inércia, nem a sermos periferia do que quer que seja. Para crescermos, porém, é preciso libertar o que temos de melhor. É essa libertação que estas causas procuram servir.Entre elas, a dignidade humana surge sempre como primeiro eixo. A defesa intransigente das crianças, das mulheres e homens vítimas de violência, dos mais velhos, dos excombatentes e de qualquer pessoa portadora de deficiência ou em situação de vulnerabilidade não nasce de cálculo político: nasce de quem conhece o valor de cada vida e reconhece o cuidado como fundamento de qualquer sociedade decente. Uma nação que não protege os vulneráveis fragiliza-se por dentro.No campo da saúde, Gouveia e Melo introduz duas prioridades verdadeiramente transformadoras: a prevenção e a saúde mental. Portugal fala muito dos direitos à saúde, mas fala pouco dos deveres de cuidar da saúde — e isso exige compreender como criar circunstâncias, ambientes e rotinas promotoras de bem-estar. Essa literacia começa nos primeiros anos de vida e de escolaridade e tem de ser intencional. Um país de pessoas ativas, com bons hábitos alimentares, de sono e de presença, é um país mais pleno para todos. Da mesma forma, reconhecer a urgência da saúde mental é reconhecer a pressão silenciosa que atravessa famílias, escolas e empresas — e onde temos de ser atuantes. Outra causa central é a juventude. Gouveia e Melo acredita no talento e na energia das novas gerações e quer vê-las implicadas: a empreender, a participar civicamente, a ocupar o seu lugar na construção do futuro. Não por retórica, mas porque nenhum país progride se desperdiçar a sua juventude ou a afastar da resolução dos grandes desafios e da concretização das grandes ambições. A educação é outra causa fundamental para Henrique Gouveia e Melo. Porque é através do conhecimento, da tecnologia e da aprendizagem contínua que Portugal poderá transformar o seu modelo económico e social, preparar-se para as grandes mudanças e reduzir desigualdades à nascença. O acesso à educação desde os primeiros anos de vida — e a educação ao longo de toda a vida — é o que forma, inspira e capacita uma sociedade para pensar melhor, agir melhor e construir melhor. Escolas que sejam verdadeiros espaços de vida, de criatividade e de literacia para o futuro são a base de um país mais justo, mais inclusivo e mais preparado. Sem educação, não há igualdade no ponto de partida; com educação, abre-se o caminho para tudo o que ambicionamos ser. Também o futuro depende da nossa relação com o território. A proteção da biodiversidade, o respeito pelos animais, o planeamento florestal e a vivência ao ar livre são dimensões que unem ambiente, saúde, cultura e identidade nacional. São causas que devolvem aos portugueses uma ligação essencial: a de caminhar, respirar, pertencer e cuidar do seu país. A estas juntam-se o desporto e a cultura como fatores de unidade, identidade e elevação coletiva — linguagens comuns que aproximam, inspiram e moldam a sociedade que queremos ser. Mas nenhuma destas causas prospera se o país continuar preso a uma justiça lenta e inacessível, ou a um Estado que, afogado em burocracia, já não consegue cumprir as suas próprias responsabilidades perante os cidadãos. Reformar a justiça e recuperar a soberania funcional do Estado não são temas técnicos: são condições estruturais para a liberdade, para a confiança e para o crescimento económico. Estas causas — humanas, sociais, económicas, ambientais — podem parecer distintas, mas, na visão de Henrique Gouveia e Melo, formam um mesmo todo. Porque um país forte não nasce apenas da economia, nem apenas da solidariedade: nasce do equilíbrio entre ambas. Da capacidade de pensar grande sem deixar ninguém para trás. Num dia dedicado aos direitos humanos, importa reconhecer isto: Portugal precisa de líderes que unam, elevem e projetem futuro. E precisa, acima de tudo, de uma visão integrada que saiba que o desenvolvimento se constrói com pessoas, para as pessoas e pelas pessoas. É essa visão que Henrique Gouveia e Melo oferece ao país: um Portugal maior — na ambição, na dignidade e na esperança. Um Portugal com rumo.