Tenho um familiar com Alzheimer. E agora?

Do diagnóstico tardio ao facto de não se conhecer cura, passando pelas mudanças na vida dos doentes e familiares, o caminho para quem sofre de Alzheimer pode ser penoso. São muitos os desafios para uma doença que acaba por afetar também os cuidadores.

Joana e José (nomes fictícios) conheceram-se no local de trabalho. Casaram passado ano e meio, tiveram dois filhos. Estão juntos há quase cinquenta anos. José sempre foi uma pessoa autónoma e determinada «totalmente independente nas suas decisões e opções», diz Joana. De tal forma que, aos primeiros sintomas da doença de Alzheimer, quando tinha 68 anos, procurou um neurologista por sua iniciativa. «Só me contou quando a médica achou que deveria começar a ser acompanhado na consulta.»

Foi no verão de 2011, a doença tinha começado a ter contornos mais acentuados. «Chegou a conduzir em sentido contrário. A partir daí, arranjámos estratégias para que não voltasse a pegar no carro.» A vida começou então a mudar. Joana passou a cuidadora do marido e a estar 24 sobre 24 horas atenta à imprevisibilidade imposta pela doença.

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