Turquia quer retirar nacionalidade a Fethullah Gulen

O governo turco anunciou hoje que vai retirar a nacionalidade a 130 "fugitivos", incluindo o dirigente da oposição Fethullah Gulen, acusados de envolvimento na tentativa de golpe de Estado em julho de 2016.

De acordo com uma nota oficial do Ministério do Interior, um total de 130 pessoas vão ser notificadas, apesar de se encontrarem no estrangeiro, e que incorrem à perda da nacionalidade turca caso não regressem ao país nos próximos três meses.

Entre os 130 nomes constam Fethullah Gulen, atualmente a residir nos Estados Unidos, e dois dos principais deputados do principal partido pró-curdo da Turquia (HDP), Tugba Hezer Ozturk e Faysal Sariyildz, também ausentes do país.

Se estas pessoas "não regressarem à Turquia nos próximos três meses, será publicamente decretada a perda de nacionalidade turca", refere a nota oficial que evoca o decreto-lei publicado na sequência da tentativa de golpe de Estado de 15 de julho do ano passado.

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