Trump veio ao Twitter explicar o casaco de Melania

Primeira-dama escolheu uma peça da Zara com a frase "Não quero saber" para a visita às crianças separadas dos pais no Texas. O caso levantou questões e o Presidente resolveu "tweetar"...

"Eu não quero saber, e tu?" A frase escrita nas costas do casaco escolhido por Melania Trump para a viagem que a levaria a visitar algumas das crianças separadas dos pais nos centros de detenção no Texas foi esta quinta-feira notado pela maioria dos órgãos de comunicação social internacionais, questionando se a primeira-dama estava a querer passar alguma mensagem através da indumentária.

O caso tomou proporções tais que uma porta-voz de Melania, Stephanie Grisham, interveio para garantir: "Não havia uma mensagem escondida. Depois da importante visita de hoje ao Texas, espero que os media não se foquem no seu guarda-roupa".

Só que, poucas horas depois, esta informação foi desmentida, pelo próprio Presidente dos Estados Unidos.

"'NÃO QUERO SABER, E TU?' escrito nas costas do casaco de Melania refere-se aos Media Mentirosos. Melania aprendeu quão desonestos eles são, e na verdade já não quer saber!", escreveu Donald Trump no seu meio de comunicação preferido, o Twitter.

A peça de vestuário com a frase I really don't care. Do u?fez parte da coleção de inverno de 2017 da Zara. Trata-se de uma peça relativamente barata, algo que é particularmente inusitado ser visto na primeira dama dos EUA -- na cimeira do G7 no ano passado, por exemplo, usou um casaco que custava 58 mil euros.

Depois de desembarcar no Texas, Melania visitou um centro de detenção de crianças imigrantes, algumas delas separadas dos pais, imigrantes ilegais, Melania perguntou: "Como posso ajudar estas crianças a reunirem-se com as suas famílias o mais depressa possível?"

A visita, que foi "100% ideia da primeira-dama", garantiu a Casa Branca, aconteceu depois de Donald Trump assinar uma ordem executiva para acabar com a separação das famílias, na sequência da forte pressão política e social que tem recebido pela sua política de "tolerância zero"

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