Tomada de reféns numa esquadra em Erevan terminou hoje com 20 detidos

Braço de ferro durante há duas semanas. Dois polícias morreram

A tomada de reféns que durava há duas semanas numa esquadra de polícia em Erevan, na Arménia, e que causou a morte de dois polícias, terminou hoje com a detenção de 20 pessoas, anunciaram os serviços de segurança arménios.

"A operação antiterrorista das forças de segurança terminou e forçou os membros do grupo armado a deporem as armas e a renderem-se às autoridades. Vinte terroristas foram detidos", indicou o Serviço Nacional de Segurança Arménio, em comunicado.

Após quase duas semanas impasse, a polícia arménia mostrou-se no sábado à noite disposta a recuperar pela força a esquadra, apesar da boa posição tática dos assaltantes e da sua experiência militar, além de ter armas em seu poder.

O Serviço de Segurança Nacional da Arménia tinha dado, no sábado, três horas aos assaltantes para entregarem as armas e renderem-se.

Quando o prazo terminou, vários blindados foram estacionados perto do edifício e populares juntaram-se para manifestar a sua solidariedade com o grupo armado.

A polícia arménia disse à agência noticiosa AFP que 165 pessoas foram detidas durante os distúrbios, das quais 26 acabaram por ser presas mais tarde. As restantes foram libertadas.

Os homens armados são apoiantes do líder da oposição que está detido, Zhirair Sefilyan, exigindo a sua libertação.

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