Rússia unida é "invencível", diz Vladimir Putin

Comemorações dos 75 anos do fim da II Guerra Mundial são, este ano, muito restritas por causa do coronavírus.

Unida, a Rússia é "invencível", afirmou este sábado o presidente russo, Vladimir Putin, nas comemorações dos 75 anos do fim da II Guerra Mundial, muito restritas devido à epidemia da covid-19.

"Nós sabemos e temos firmemente a fé de ser invencíveis porque estamos unidos", afirmou o presidente russo num breve discurso pronunciado à frente do monumento do soldado desconhecido, perto do Kremlin, para marcar a derrota da Alemanha nazi, um dia "sagrado" para os russos.

Durante o discurso, o chefe de Estado russo não fez referência direta à pandemia que o forçou a desistir do grande desfile militar previsto para hoje perante outros líderes estrangeiros, para mostrar o poder geopolítico da Rússia.

Putin prometeu novamente, sem mencionar a pandemia da covid-19, que o país marcará o desfile para uma data posterior para celebrar "adequadamente" a vitória sobre os nazis.

Na ocasião, o presidente russo prestou homenagem aos cerca de 27 milhões de soviéticos mortos durante a II Guerra Mundial e aos veteranos.

"Eles salvaram a pátria, as vidas das gerações seguintes, libertaram a Europa, defenderam o mundo", disse Putin.

"Os nossos veteranos lutaram pela vida contra a morte. A sua solidariedade e determinação, serão sempre um modelo para nós", referiu.

"Curvamo-nos em memória daqueles que não voltaram da guerra", acrescentou, antes de respeitar um minuto de silêncio.

Antes deste breve discurso, Putin colocou um ramo de rosas vermelhas no monumento do soldado desconhecido, nos jardins de Alexandre, perto do Kremlin.

O presidente, que está confinado na sua casa nos arredores de Moscovo há várias semanas, manteve a distância de segurança dos vários soldados presentes na cerimónia.

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