Retirada de doentes de Aleppo adiada devido à insegurança

"Não se verificaram as condições necessárias", disse o porta-voz do gabinete de coordenação dos assuntos humanitários da ONU

A retirada de feridos e doentes urgentes do leste de Aleppo planeada para hoje foi atrasada por problemas de insegurança, disse um porta-voz da ONU.

"As evacuações médicas de doentes e feridos não puderam infelizmente começar hoje de manhã, como planeado, porque não se verificaram as condições necessárias", disse Jens Laerke, porta-voz do gabinete de coordenação dos assuntos humanitários da ONU (OCHA).

Na quinta-feira, o coordenador humanitário da ONU para a Síria, Jan Egeland, disse ter obtido "todas as autorizações" necessárias para iniciar a retirada de pacientes urgentes hoje, especificando ter recebido "luz verde" das forças sírias, das forças russas e dos grupos rebeldes.

Laerke disse contudo aos jornalistas que essas "garantias quanto às condições de segurança" não foram concretizadas e o pessoal humanitário não conseguiu, até ao momento, sair das posições na parte de Aleppo controlada pelas forças governamentais.

"Esta é uma operação astronomicamente difícil", disse.

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