Príncipe Harry repete passos da princesa Diana em Angola para honrar a memória da mãe

Em 1997, a princesa Diana tornou-se um ícone da luta pela remoção das minas terrestres em África. Duas décadas depois, o filho visitou o mesmo local.

Corria o ano de 1997, o mesmo ano da sua morte, quando a princesa Diana visitou Angola a convite de uma instituição britânica, a Halo Trust, que trabalha em África para tornar o país livre de minas terrestres até 2025. As imagens da princesa vestida com um colete e uma máscara protetores num campo minado correram o mundo como um ícone da causa. Passadas mais de duas décadas, é o filho, o príncipe Harry, que repete o feito, para manter viva a memória da mãe.

É dentro de um colete e máscara semelhantes que o duque de Sussex surge fotografado, também rodeado pelos sinais de alerta de perigo, exatamente como Diana há mais de 20 anos. Assim como a princesa, a visita de Harry incluiu o apoio na detonação de uma mina.

O momento foi registado promovido pela página oficial de Instagram do duque, esta manhã. "O duque sente-se muito humilde por visitar um lugar e uma comunidade que era tão especial para sua mãe e por reconhecer a sua incansável missão como defensora de todos aqueles que ela sentia que mais precisavam da sua voz, mesmo que a questão não fosse universalmente popular", pode ler-se na publicação.

Na quinta-feira, Harry falava aos jornalistas em Botswana, para comentar a sua relação com África. "Vim aqui em 97, ou 98, logo após a morte da minha mãe", disse. "Era um bom lugar para fugir de tudo, mas agora me sinto profundamente conectado a esse lugar e à África."

Em declarações à ABC News, a organização Halo Trust disse esperar que a visita do príncipe surtisse um efeito tão "sísmico" como aquilo que aconteceu depois de Diana ali ter aterrado. Desde então que a remoção de minas terrestres tornou-se uma causa humanitária, consideradas verdadeiras ameaças.

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