Polícia prende atirador que mata um pessoa e fere outras três numa sinagoga nos EUA

Uma pessoa morreu e três ficaram feridas após um ataque a uma sinagoga situada numa localidade perto de San Diego (EUA). Autor do ataque já foi detido. Presidente Donald Trump diz ter sido um crime cometido por ódio.

O atirador que entrou numa sinagoga em Chabad de Poway perto de San Diego (EUA) e matou uma pessoa e feriu outras três pessoas a tiro já foi detido. O ataque aconteceu pelas 11.30 locais deste sábado (19.30 em Lisboa). A polícia de Chabad de Poway lançou um alerto na rede social Twitter sobre o ataque pedindo à população para não entrar em pânico, acrescentando que os feridos estavam a ser levados para um hospital da localidade.

O responsável pela polícia local, Bill Gore, confirmou no Twitter que as vítimas foram transportadas para a unidade hospitalar e pediu para que fosse respeitada a privacidade das famílias.

Falando na Casa Branca o presidente dos EUA, Donald Trump, apresentou as "mais sinceras condolências" aos familiares das vítimas de um ataque que considerou ter sido motivado por ódio.

Também o presidente da autarquia, Steve Vaus, adiantou que a vítima mortal é uma mulher e admitiu que o tiroteio pode estar ligado a um crime de ódio devido "a afirmações que foram proferidas quando o atirador entrou na sinagoga" onde se celebrava o último dia da Páscoa judaica.

De acordo com o New York Times o bairro onde ocorreu o ataque da manhã deste sábado é considerado de classe média e tranquilo.

Há exatamente seis meses, em outubro, 11 pessoas foram mortas e quatro policia ficaram feridos, depois que um atirador abrir fogo numa sinagoga em Pittsburgh, na Pensilvânia, também numa manhã de sábado. O suspeito naquele tiroteio, que havia protestado contra os judeus online, foi posteriormente acusado de um total de 29 acusações federais, incluindo 11 acusações de obstrução do exercício de crenças religiosas que resultaram em morte

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