Pelo menos 120 jihadistas mortos em ofensiva de tropas curdas

O comandante das forças especiais curdas assegurou que as forças curdas, apoiadas por aviões da coligação internacional, libertaram outras nove aldeias na região

Os confrontos entre as forças curdas Peshmerga e o grupo terrorista Estado Islâmico, para reconquistar ao grupo radical a zona de Sahl Nínive, a noroeste de Mossul, resultou na morte de pelo menos 120 extremistas.

O comandante das forças especiais curdas "Kulan", Mansur Barzani, assegurou à agência de notícias espanhola EFE que as forças curdas, apoiadas por aviões da coligação internacional, liderada pelos Estados Unidos, libertaram outras nove aldeias na região.

A mesma fonte disse que também há registo de um número indeterminado de mortes nas fileiras curdas, consequência dos carros bomba que o grupo terrorista autodenominado Estado Islâmico (EI) usou para travar o avanço dos Peshmerga, já que os extremistas não têm capacidade de resposta.

O comandante acrescentou que, por causa dos bombardeamentos, houve civis obrigados a abandonar as suas casas, mas não informou que houvesse quaisquer vítimas mortais.

Mansur Barzani deixou a garantia de que, assim que a operação militar estiver concluída, estas pessoas regressarão às suas casas, nas suas localidades de origem.

A ofensiva militar, que começou esta manhã, é comandada pelo presidente da região autónoma do Curdistão iraquiano, Mansur Barzani, que é também o comandante militar regional.

As forças iraquianas, incluindo os Peshmergas, lutam contra o EI na zona de Mossul e, nas últimas semanas, conseguiram avançar até à cidade, cuja libertação é o objetivo final.

A localidade está nas mãos do grupo terrorista desde junho de 2014, quando foi declarada a constituição de um califado nos territórios iraquianos e sírios, conquistados há dois anos.

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