Pai de Megan Markle teme que a filha não volte a falar com ele

Thomas Markle disse ao jornal The Sun que não fala com a filha desde o casamento dela com o príncipe Harry

Thomas Markle não fala com a sua filha Meghan desde que esta casou com o príncipe Harry e teme que a ex-atriz norte-americana não o volte a contactar. "Já não espero vê-la ou poder falar com ela", disse Thomas Markle, 74 anos, ao jornal inglês "The Sun".

Meghan Markle, 37 anos, é agora a duquesa de Sussex, após o casamento com Harry, numa cerimónia que decorreu em maio em Windsor. O casamento teve no comportamento do pai de Meghan uma sombra negra. O ex-diretor de iluminação na televisão americana encenou fotos com um paparazzi e contou depois a um outro tablóide britânico, o The Mail on Sunday, que tinha desligado o telefone a Harry quando este lhe ligou a repreender por causa da fotografias e a pedir para não falar mais com a imprensa.

"Estava a recuperar de um ataque cardíaco, deitado numa cama e recebi este telefonema. Senti-me desrespeitado por eles", diz Markle, para quem as divergências começaram quando a sua filha mais velha, Samantha, criticou Meghan. Depois, disto, "Meghan pediu-me para dizer a Samantha que parasse de falar sobre ela. E que eu deixasse de falar com Samantha. Tenho duas filhas. Não consigo parar de falar com uma delas."

Agora, Thomas Markle diz que foi "bloqueado para sempre" pela realeza britânica. "Não tenho como entrar em contacto com ela. A ligação com a família real nunca responde e não há nenhum endereço para onde eu possa escrever", disse Markle ao The Sun, acrescentando que sente a falta da filha e gostaria de fazer parte da vida dela.

"Gostaria que o meu relacionamento com Meghan fosse como o de pai e filha, como sempre foi", disse o norte-americano que vive atualmente no México. "Era bom deixar as nossas diferenças para trás. Sinto muito a sua falta. Se pudesse dizer algo a Harry seria "deixa lá isso, eu sou o teu novo sogro."

Do gabinete do príncipe Harry, no Palácio de Kensington, a resposta ao The Sun foi que não havia comentários a entrevistas.

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