Juiz recusa adiar pena de prisão a ex-assessor de campanha de Trump

George Papadopoulos vai ter de se apresentar na segunda-feira para cumprir duas semanas de prisão.

George Papadopoulos, ex-assessor da campanha eleitoral do agora presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, deve começar na segunda-feira a cumprir duas semanas de prisão, depois de um juiz ter rejeitado neste domingo o seu pedido de adiamento.

Papadopoulos deve apresentar-se na prisão federal de Oxford, no estado de Wisconsin, depois de o juiz responsável pelo caso, Randolph Moss, ter considerado que o ex-assessor de Trump não apresentou argumentos que justifiquem o adiamento.

O ex-assessor tornou-se em setembro o primeiro membro da equipa de campanha de Trump a ser condenado pelo seu envolvimento no caso do "conluio com a Rússia".

Papadopoulos foi sentenciado a duas semanas de prisão por ter mentido ao FBI, a um ano de liberdade condicional, a uma multa de 9500 dólares (8376 euros) e a 200 horas de trabalho comunitário.

Papadopoulos admitiu que tinha mentido ao FBI em janeiro de 2017 sobre uma conversa que manteve em abril de 2016 com um professor russo que dizia ter ligações ao Kremlin.

O procurador especial Robert Mueller está a investigar desde maio de 2017 as possíveis ligações entre membros da campanha de Trump e a Rússia, acusada de ter interferido nas eleições norte-americanas de 2016.

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