Tiroteio em Toronto fez três mortos e 12 feridos

Três pessoas morreram (uma delas o atirador) e 12 ficaram feridas num tiroteio num bairro de Toronto, no Canadá.

Uma jovem que tinha sido dada como ferida em estado grave acabou por falecer, tendo aumentado o número de vítimas mortais do atirador para dois.

Segundo o chefe de polícia Saunders, "há a registar 14 vítimas baleadas com uma arma de fogo. Uma mulher adulta morreu. Uma jovem está em estado crítico", pode ler-se na publicação.

Segundo os media locais, o atirador foi morto depois de abrir fogo contra a polícia.

O tiroteio teve lugar por volta das 22:00 de domingo (03:00 em Lisboa).

Testemunhas disseram que ouviram entre 15 e 20 tiros e viram vários feridos deitados no chão de um restaurante, segundo o jornal Toronto Star.

O primeiro-ministro de Ontário, Doug Ford, lamentou o incidente na rede social Twitter e classificou-o como um "ato horrível de violência armada em Toronto", sublinhando que os seus pensamentos estão com as vítimas e os seus seus entes queridos.

Toronto foi recentemente palco de um aumento na violência armada, principalmente por gangues.

Desde o início do ano, Toronto registou 212 tiroteios que mataram 26 pessoas, em comparação com os 188 tiroteios e as 17 mortes por arma de fogo no mesmo período do ano passado.

Ler mais

Exclusivos

Premium

João Gobern

País com poetas

Há muito para elogiar nos que, sem perspectivas de lucro imediato, de retorno garantido, de negócio fácil, sabem aproveitar - e reciclar - o património acumulado noutras eras. Ora, numa fase em que a Poesia se reergue, muitas vezes por vias "alternativas", de esquecimentos e atropelos, merece inteiro destaque a iniciativa da editora Valentim de Carvalho, que decidiu regressar, em edições "revistas e aumentadas", ao seu magnífico espólio de gravações de poetas. Originalmente, na colecção publicada entre 1959 e 1975, o desafio era grande - cabia aos autores a responsabilidade de dizerem as suas próprias criações, acabando por personalizá-las ainda mais, injectando sangue próprio às palavras que já antes tinham posto ao nosso dispor.