Jacinda Arden apresenta a filha, Neve Te Aroha

Neve deriva do nome irlandês Niamh e significa 'brilhante' ou 'radiante', e Te Aroha significa 'amor' num dialeto neozelandês

A primeira-ministra da Nova Zelândia e o companheiro Clarke Gayford, apresentaram este domingo ao mundo a filha recém-nascida: Neve Te Aroha Ardern Gayford.

Jacinda Ardern falou à imprensa à saída do Hospital da Cidade de Auckland onde foi mãe na passada quinta-feira e explicou a escolha do nome da menina. Neve, deriva do nome irlandês Niamh, significa 'brilhante' ou 'radiante', e Te Aroha significa 'amor' no dialeto indígena neozelandês te reo Māori.

"Queríamos esperar até que a bebé nascesse para realmente ver qual dos nomes funcionaria e só aí decidimos o nome a dar-lhe. Escolhemos Neve porque é um nome de que nós gostamos e quando a vimos pensámos que ela parecia adequada ao nome", explicou a primeira-ministra, que recorda o que sentiu quando viu a bebé pela primeira vez: "Ela parecia absolutamente atordoada e muito, muito feliz."

Quanto à escolha de Te Aroha foi uma homenagem "às tribos maori" que os "presentearam" com sugestões de nomes para a menina. "Pareceu-nos ser uma maneira de mostrarmos esse amor e generosidade. É também como um nome do sítio de onde a minha família é", disse referindo-se a Hamilton, cidade onde cresceu.

Ardern é a primeira líder mundial em quase 30 anos a ser mãe no decorrer do cargo. Passavam quatro dias da data prevista para o parto. A bebé nasceu às 4.45 com 3,3 quilos.

A notícia foi dada pela própria, via Instagram, numa fotografia com a bebé ao colo e ao lado do companheiro, o apresentador de televisão Clarke Gayford.

Foi também através das redes sociais que a primeira-ministra agradeceu e elogiou o serviço do hospital público onde optou ser acompanhada.

Ler mais

Exclusivos

Premium

Margarida Balseiro Lopes

Legalização do lobbying

No dia 7 de junho foi aprovada, na Assembleia da República, a legalização do lobbying. Esta regulamentação possibilitará a participação dos cidadãos e das empresas nos processos de formação das decisões públicas, algo fundamental num Estado de direito democrático. Além dos efeitos práticos que terá o controlo desta atividade, a aprovação desta lei traz uma mensagem muito importante para a sociedade: a de que também a classe política está empenhada em aumentar a transparência e em restaurar a confiança dos cidadãos no poder político.