"Temos um número de 293 mortos, mas acreditamos que o número vai subir", referiu Carlos Agostinho do Rosário, uma semana depois de o ciclone ter atingido Moçambique.."Estamos no terreno. Em Buzi verificou-se que estavam ainda pessoas nos tetos e nas bancadas de campos de futebol", acrescentou.."O desafio é libertar as populações", que ainda se encontram sitiadas, referiu o primeiro-ministro..A informação atualizada do Instituto Nacional de Gestão de Calamidades (INGC) aponta para 1.511 feridos e 344 mil pessoas afetadas..Há 109 locais de acolhimento onde estão 89.000 pessoas (classificadas como "pessoas salvas") nas províncias de Sofala, Manica, Tete e Zambézia - sendo que a maioria (62.000) corresponde a Sofala..Segundo o INGC, estima-se que haja ainda 347 mil pessoas em risco, mais de metade nos distritos de Buzi e Dondo..Os meios alocados para as operações de socorro correspondem a 120 especialistas em busca e resgate, 11 helicópteros e 29 barcos. Há ainda no dispositivo dois aviões, duas fragatas, oito camiões e 30 telefones satélite.