NASA divulga imagens do "antes" e "depois" do Furacão Irma nas Caraíbas

Imagens de satélite captadas pela NASA mostram contrastes evidentes após a passagem do furacão

A NASA, agência espacial norte-americana, divulgou imagens de satélite que mostram bem a devastação causada pelo furacão Irma em algumas ilhas das Caraíbas. As mudança são visíveis sobretudo no contraste de cor entre as fotografias do "antes" e do "depois" - neste caso, as datas são 25 de agosto e 10 de setembro.

Onde antes havia verde da flora local, vê-se agora maioritariamente castanho. "Há várias razões para isto", informa a NASA". A vegetação tropical luxuriante pode ter sido arrancada pelos ventos fortes da tempestade, deixando o solo mais visível.

Nas ilhas Virgens, o contraste de cores é çlaro e resultou da passagem de ventos que atingiram quase os 300 Km/h.

"Depois do furacão Irma, paraísos turísticos como St. Barts, Saint-Martin, Anguilla e as Ilhas Virgens foram transformados em pesadelos caóticos", escreveu a Associated Press.

Nesta imagem, é possível ver uma imagem aproximada de algumas das ilhas que fazem parte das Ilhas Virgens.

Barbuda, a primeira ilha a ser atingida pelo Irma de forma dura, mudou completamente de cor, mas a vizinha Antígua parece não ter ficado tão danificada.

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'Motu proprio' anti-abusos

1. Muitas vezes me tenho referido aqui, e não só aqui, à tragédia da pedofilia na Igreja. Foram milhares de menores e adultos vulneráveis que foram abusados. Mesmo sabendo que o número de pedófilos é muito superior na família e noutras instituições, a gravidade da situação na Igreja é mais dramática. Por várias razões: as pessoas confiavam na Igreja quase sem condições, o que significa que houve uma traição a essa confiança, e o clero e os religiosos têm responsabilidades especiais. O mais execrável: abusou-se e, a seguir, ameaçou-se as crianças para que mantivessem silêncio, pois, de outro modo, cometiam pecado e até poderiam ir para o inferno. Isto é monstruoso, o cume da perversão. E houve bispos, superiores maiores, cardeais, que encobriram, pois preferiram salvaguardar a instituição Igreja, quando a sua obrigação é proteger as pessoas, mais ainda quando as vítimas são crianças. O Papa Francisco chamou a esta situação "abusos sexuais, de poder e de consciência". Também diz, com razão, que a base é o "clericalismo", julgar-se numa situação de superioridade sagrada e, por isso, intocável. Neste abismo, onde é que está a superioridade do exemplo, a única que é legítimo reclamar?