Capital vietnamita quer tirar o cão da ementa

Comité Popular de Hanói pede aos habitantes que acabem com tradição que afeta "imagem civilizada e moderna" da cidade e coloca riscos em termos de saúde pública

O Comité Popular de Hanói, capital do Vietname, lançou um apelo aos residentes para que parem de consumir carne de cão e gato, explicando que a manutenção deste hábito pode afetar a "imagem civilizada e moderna" que a cidade quer projetar para o exterior e também contribui para o risco de serem contraídas doenças como a raiva e a leptospirose.

De acordo com a BBC existem ainda mais de mil lojas na capital que vendem carne de cão. O gato também é vendido para consumo humano, embora o seu consumo seja menos popular. Os apelos do Comité Popular fez também referência à forma cruel como os animais são abatidos.

O consumo de carne de cão começa a ganhar alguma oposição no país mas continua a ser uma tradição fortemente enraizada. Há quem defenda que seja banido por inteiro e quem proponha soluções intermédias, como a introdução de impostos mais elevados sobre a carne deste animal.

Ler mais

Exclusivos

Premium

Adriano Moreira

O relatório do Conselho de Segurança

A Carta das Nações Unidas estabelece uma distinção entre a força do poder e o poder da palavra, em que o primeiro tem visibilidade na organização e competências do Conselho de Segurança, que toma decisões obrigatórias, e o segundo na Assembleia Geral que sobretudo vota orientações. Tem acontecido, e ganhou visibilidade no ano findo, que o secretário-geral, como mais alto funcionário da ONU e intervenções nas reuniões de todos os Conselhos, é muitas vezes a única voz que exprime o pensamento da organização sobre as questões mundiais, a chamar as atenções dos jovens e organizações internacionais, públicas e privadas, para a necessidade de fortalecer ou impedir a debilidade das intervenções sustentadoras dos objetivos da ONU.