Iam jogar golfe e às massagens mas sósias de Trump e Kim acabaram detidos em Hanói

Uma semana antes do encontro entre o presidente dos EUA e o dirigente da Coreia do Norte, no Vietname, os dois sósias decidiram divertir-se. Falaram à imprensa e tencionavam jogar golfe, mas a polícia pôs fim à diversão

Estavam em direto numa televisão local, em Hanói, capital do Vietname, quando a polícia entrou pelos estúdios dentro para acabar com a brincadeira. Howard X, na pele de Kim Jong-un, e Russell White, imitando Donald Trump, com o cabelo meio despenteado e a pele muito bronzeada, simulavam um diálogo político ao estilo cimeira política de alto nível,numa estação local de TV, na capital vietnamita, mas a polícia impediu-os de continuar.

Howard X, que vive em Hong Kong, contou à agência AFP que a polícia os intimou a parar imediatamente. "Disseram-nos simplesmente: parem com com essas imitações, ou expulsamos-mos do país", afirmou o sósia do presidente dos Estados Unidos.

A polícia decidiu, além disso, que os dois imitadores não poderiam deslocar-se na cidade sem a companhia de uma guia, conta o Le Monde.

Os dois homens chegaram na sexta-feira a Hanói, onde se apresentaram à imprensa, no Hotel Metropole, foram à ópera e tinham planos para jogar golfe, ir a uma casa de massagens e deliciar-se com a gastronomia local nos restaurantes da cidade, mas polícia estragou-lhes o programa, impondo-lhes a companhia obrigatória de um guia, depois da brincadeira na televisão.

"Somos a favor da paz, pelas negociações e pelo diálogo e queremos ajudar a Coreia do Norte", lamentou-se o sósia de Trump, explicando que o encontro som o seu "homólogo", uma semana antes da cimeira entre os dois líderes mundiais na capital do Vietname, visava justamente dar uma ajuda ao diálogo e ao fim das ambições nucleares do dirigente norte-coreano.

Vigiados, mas não vencidos, os dois sósias dizem que estão agora à procura de outros sósias, para poderem completar o seu grupo de "tiranos". As personagens ainda em falta, segundo eles, são o presidente russo Vladimir Putin, o dirigente chinês Xi Jinping e o presidente brasileiro Jair Bolsonaro.

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