"Coelhinha" diz que Trump dizia que a amava e lhe quis pagar por sexo

Karen McDougal veio a público explicar a sua alegada relação com o Presidente dos EUA. Afirmou ainda que "talvez" esperasse que a relação, que durou 10 meses, desse em casamento

A antiga "coelhinha" da Playboy Karen McDougal, que diz ter tido uma relação de dez meses com Donald Trump, afirmou numa entrevista que, além de ter amado o atual Presidente dos EUA, este tentou pagar-lhe depois da primeira relação sexual entre ambos, algo que a deixou bastante incomodada. Referiu também que "talvez" acreditasse que a relação entre ambos, que terá durado cerca de dez meses, podia resultar num casamento.

Depois de dizer que estava apaixonada por Donald Trump, afirmou que este lhe dizia que sentia o mesmo "a toda a hora". "Ele sempre me disse que me amava", disse Karen McDougal, acrescentando que as palavras a levaram a pensar que poderia existir um casamento entre os dois.

Karen McDougal explicou, em entrevista à CNN, que a relação entre ela e Trump começou em 2006, não muito depois do nascimento do filho mais novo de Trump, e também relativamente pouco tempo do casamento entre o líder norte-americano e Melania Trump. Numa linha mais íntima, disse que ambos tiveram relações sexuais desprotegidas "várias vezes" durante esse período, explicando ainda que quer contar a sua história "porque toda a gente está a falar sobre isso".

A mulher explicou ainda que a primeira vez que se envolveu sexualmente com Trump foi no Beverly Hills Hotel e que depois ele quis pagar-lhe. "Ele tentou pagar-me e eu não sabia como reagir. Olhei para ele e disse que não era esse tipo de mulher". Após isto, Trump terá dito que Karen McDougal era "especial".

McDougal sublinhou que acabou a relação em abril de 2017 e questionada sobre o que diria a Melania Trump a antiga "coelhinha" respondeu: "Peço desculpa, não gostava que me fizessem isto".

Foi a primeira vez que Karen McDougal falou em público depois de ter processado a American Media Inc., que detém o The National Enquirer, para ser libertada de um acordo que dá à publicação - que é favorável a Trump - os direitos da história do alegado caso.

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