Caos na LAM: primeiro-ministro retido no aeroporto e administração demitida

Administração das Linhas Aéreas de Moçambique (LAM) foi demitido na quinta-feira à tarde. A chamada guerra do combustível atingiu o seu pico depois de o primeiro-ministro do país, Carlos Agostinho do Rosário, ter ficado retido na sala VIP do aeroporto de Maputo.

O governo moçambicano, através do Instituto de Gestão das Participações do Estado, demitiu na quinta-feira à tarde o Conselho de Administração da LAM, composto por quatro elementos, chefiada por António Pinto.

A demissão aconteceu depois de, nessa tarde, o primeiro-ministro moçambicano, Carlos Agostinho do Rosário, ter ficado retido na sala VIP do aeroporto de Maputo.

Isto porque os aviões da LAM estão sem combustível. Os fornecedores exigem pagamento adiantado porque, alegam, de forma recorrente, a LAM tem faltado com as suas obrigações de pagamento.

O chefe do governo moçambicano tinha viagem marcada para Lichinga, capital da província do Niassa. "Desde o início deste ano que a LAM está num autêntico caos de gestão e já não consegue pagar combustível para abastecer aviões (...) Há três semanas que o caos simplesmente agudizou-se e muitos passageiros estão a ser prejudicados, com voos cancelados e/ou reprogramados", noticiou o Canal Moz

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