Intercetado míssil contra Riade

A Arábia Saudita "intercetou com sucesso" um "míssil balístico" disparado contra a capital, Riade, pelos rebeldes Huthis do Iémen, indicou um responsável militar

O anúncio foi feito pelo coronel Turki Al-Maliki, porta-voz da coligação sob comando saudita que combate os rebeldes Huthis no Iémen.

Al-Maliki precisou que o míssil intercetado sobre Riade era "iraniano". O Irão é o grande rival regional da Arábia Saudita.

Os rebeldes huthis do vizinho Iémen já dispararam alguns mísseis contra Riade, que foram intercetados e destruídos. Dezenas de mísseis foram também lançados contra cidades sauditas no sul, próximas da fronteira

Antes, um jornalista da agência France Presse tinha dito ter ouvido três explosões no céu de Riade e outros habitantes da capital falaram nas redes sociais de uma explosão e fumo.

Os rebeldes huthis do vizinho Iémen já dispararam alguns mísseis contra Riade, que foram intercetados e destruídos. Dezenas de mísseis foram também lançados contra cidades sauditas no sul, próximas da fronteira.

Um fragmento de um míssil matou o mês passado um egípcio residente em Riade, a primeira morte registada na capital saudita devido aos ataques de mísseis dos Huthis.

Responsável militar disse que foram destruídos hoje no sul da Arábia Saudita dois veículos aéreos não tripulados (drones) lançados pelos rebeldes iemenitas

A Arábia Saudita intervém militarmente no Iémen desde 2015, dirigindo uma coligação internacional que apoia o governo reconhecido internacionalmente, contra os rebeldes Huthis.

O porta-voz da coligação disse também que foram destruídos hoje no sul da Arábia Saudita dois veículos aéreos não tripulados (drones) lançados pelos rebeldes iemenitas.

Al-Maliki adiantou que um dos drones se dirigia "para o aeroporto saudita de Abha" e o outro para uma "zona civil" em Jazan.

Mais de 10.000 iemenitas já morreram no conflito

Após examinar os restos do primeiro drone, verificou-se que se tratava de um veículo não tripulado "Huthi" e de "fabrico iraniano", que tinha como objetivo "o aeroporto protegido", indicou ainda o coronel.

Mais de 10.000 iemenitas já morreram no conflito.

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