A eletrificação nas empresas nacionais passou a mudança estrutural, conclui o mais recente estudo Arval Mobility Observatory 2026. Revela que a eletrificação das frotas de ligeiros de passageiros está a consolidar-se de forma acelerada, com 52% das empresas que participarem no survey, a revelarem que integram, pelo menos, uma viatura eletrificada. A análise do Observatório de 2026 da Arval revela ainda que para os próximos três anos, as viaturas elétricas representarão, em média, 22% da frota das empresas portuguesas, o que significa que mais de metade da frota de passageiros será eletrificada. A nível de infraestrutura de carregamento, 85% das empresas já “considera ou vai considerar” o carregamento nas próprias instalações. A Arval fala ainda de mobilidade alternativa, incluindo a criação de plano de mobilidade corporativa, sendo que 22% das empresas inquiridas já têm um plano para as deslocações casa-trabalho, com um terço das empresas a direcionar este tipo de plano para quem não possui viatura da empresa. Um outro indicador relevante é que 36% das empresas aplicam este tipo de facilidades na mobilidade elétrica como retenção e/ou recrutamento de talentos. Independentemente da evolução a economia, 88% das empresas nacionais acreditam que a respetiva frota irá crescer ou manter a dimensão nos próximos três anos. No entanto, haverá que mitigar encargos financeiros e, por isso, na renovação as frotas, o renting continua a ganhar força para 37% dos gestores. E, por outro lado, cerca de 44% das empresas incluem viaturas usadas nas aquisições ou alugueres, sendo que 42% dos gestores indicam que irão manter essa prática nos próximos três anos. .Elétricos atingem 9% do parque automóvel em Portugal e quota a gasolina cresce 11%