"Mínimos" já têm data de chegada à TV portuguesa

A animação tem estreia marcada no TVCine 1 a 24 de abril. A versão portuguesa chega às 12.15 e a original às 21.30.

Os Mínimos nasceram para servir vilões. Mas a sua incontrolável falta de jeito acaba sempre por contribuir para o extermínio dos seus mestres. Estas inocentes criaturas amarelas voltaram a juntar-se em 2015 num novo filme, êxito de bilheteiras, que chega à televisão portuguesa a 24 de abril, através do TVCine 1.

Desta vez, depois de já terem feito desaparecer figuras como o Conde Drácula, o Tiranossauro Rex ou Napoleão, os Mínimos andam à procura de um novo vilão para idolatrarem. Para isso, os enviados especiais Kevin, Stuart e Bob deslocam-se até à Villain Con, a maior feira mundial de vilões, onde acabam por conhecer Scarlet Overkill, que ambiciona tornar-se a primeira super-vilã da história.

A versão portuguesa do filme, que é emitida às 12.15, conta com as vozes de Soraia Chaves, César Mourão, Herman José, Marco Delgado, Vasco Palmeirim, Vanda Miranda, Nicolau Breyner, entre outros.

Já a versão original, em inglês, que se estreia no mesmo dia às 21.30, reúne nomes como Sandra Bullock, Jon Hamm, Michael Keaton, Steve Carell ou Geoffrey Rush.

Ler mais

Exclusivos

Premium

Ricardo Paes Mamede

Legalização da canábis, um debate sóbrio 

O debate público em Portugal sobre a legalização da canábis é frequentemente tratado com displicência. Uns arrumam rapidamente o assunto como irrelevante; outros acusam os proponentes de usarem o tema como mera bandeira política. Tais atitudes fazem pouco sentido, por dois motivos. Primeiro, a discussão sobre o enquadramento legal da canábis está hoje em curso em vários pontos do mundo, não faltando bons motivos para tal. Segundo, Portugal tem bons motivos e está em boas condições para fazer esse caminho. Resta saber se há vontade.

Premium

nuno camarneiro

É Natal, é Natal

A criança puxa a mãe pela manga na direcção do corredor dos brinquedos. - Olha, mamã! Anda por aqui, anda! A mãe resiste. - Primeiro vamos ao pão, depois logo se vê... - Mas, oh, mamã! A senhora veste roupas cansadas e sapatos com gelhas e calos, as mãos são de empregada de limpeza ou operária, o rosto é um retrato de tristeza. Olho para o cesto das compras e vejo latas de atum, um quilo de arroz e dois pacotes de leite, tudo de marca branca. A menina deixa-se levar contrariada, os olhos fixados nas cores e nos brilhos que se afastam. - Depois vamos, não vamos, mamã? - Depois logo se vê, filhinha, depois logo se vê...