"Got Talent Portugal": Quem vai vencer a final?

Os 13 finalistas do programa da RTP1 sobem este domingo ao palco pela última vez. Mariza e os Art Gym Company, vencedores da edição de 2015, atuam na gala. Vencedor leva para casa 30 mil euros

Conheça os talentos dos 13 finalistas do formato da RTP1 apresentado por Vanessa Oliveira e José Pedro Vasconcelos e que conta com Manuel Moura dos Santos, Sofia Escobar, Pedro Tochas e Mariza no painel de jurados.

João Souto - ilusionismo
Tem 17 anos, é de Paços de Ferreira e desde há 12 que se deixa encantar pela magia do ilusionismo. Perfeccionista, quer fazer desta arte uma carreira, e conciliá-la com a medicina. "Ser um médico-mágico" é mesmo o seu sonho.

Sangue Ibérico - canto
O trio da Castanheira do Ribatejo está junto apenas desde o ano passado e a participação no programa da RTP1 visa apenas crescer enquanto artistas (cantam Rumba Flamenca) e elevar o projeto Sangue Ibérico a outro patamar.

Alfredo e Mariana - forças combinadas
Foi o Porto, cidade que os viu crescer, que os juntou. Alfredo, de 23 anos, foi campeão nacional júnior e sénior (pares mistos) e Mariana, de 20, venceu o nacional júnior elite. A sua mais-valia? "O grau de dificuldade, a ligação entre os dois e a beleza das forças combinadas."

Pedro e Inês - danças de salão
Vêm de Braga e dizem que são como irmãos. O maior orgulho foi terem ganho o campeonato europeu de danças de salão. Acham que vão impressionar o júri porque dentro desta arte conseguem "marcar a diferença".

Francisco Mouzinho - ilusionismo
Francisco estreou-se no ilusionismo aos 12 anos. Aos 15 anos já ganhava dinheiro a fazer truques em festas, casamentos, hotéis, teatros e casinos. No ano passado ganhou um prémio no Congresso Português de Ilusionismo. Chegou aqui por foi o avô que o inscreveu.

Daniel Seabra - acrobacia Aérea
Da ginástica acrobática, na qual se iniciou aos 12 anos, este lisboeta saltou para as artes circenses, acabando por trabalhar, ao longo dos últimos sete anos, com várias companhias, como Chapitô, Lemon Live Entertainment e Wee Events. Acha que tem tudo para ser o grande talento de Portugal: "Posso garantir que vou continuar a dar o meu melhor", diz Daniel Seabra.

We Dance - dança
Chegaram do Porto como We Dance e são um grupo de nove raparigas escolhidas para representar a Escola de Dança com o mesmo nome. Têm idades entre os oito e os 12 anos. Até agora, o comentário que mais gostaram de ouvir veio do jurado Pedro Tochas: "Disse que éramos mais profissionais que alguns profissionais que já existem", recordam as jovens orientadas pela professora Raquel.

Kayzer Ballet - ballet
"Pretendemos ganhar visibilidade. Mas claro que também gostaríamos de ganhar o programa". Foi com este objetivo que participaram no formato produzido pela Fremantle Media. A companhia de ballet de Tortosendo foi formada há dois anos por Ricardo, que quando terminou a sua formação na Escola de Dança do Conservatório Nacional de Lisboa foi para os EUA.

Luísa Martins - acordeão
Luisa começou a tocar acordeão por influência da avó. Teve o primeiro instrumento quando tinha oito anos. Aos 12, a menina de Coruche espera ganhar experiência, mais à-vontade em palco e ser mais conhecida. As suas qualidades? "Sou simpática, divertida, estudiosa, sensível e cómica".

Micaela abreu - canto lírico
Micaela canta desde os quatro anos e aos 11 decidiu juntar-se a vários coros. Em Got Talent Portugal quis, desde o início, mostrar a sua versatilidade no canto. "Espero [que participar] me abra portas! Não pretendo ganhar fama. Quero que valorizem o meu talento. Mas claro que gostava de ganhar, pois o prémio final poderia ajudar nos meus estudos", confessa.

Ermelindo e Adilani - dança
Ermelindo e Adilani são irmãos. Apaixonados pela dança, atuam juntos desde 2013. O "hip hop" que fazem, com influências de danças jamaicanas e contorcionismo, é uma "forma de vida". Modelos, já fotografaram para marcas em Paris, Estados Unidos e Japão.

ContraPonto - canto à capela
Começaram por cantar juntos na academia de música de Viana do Castelo. Depois acabaram por formar um grupo com vários estilos: pop, jazz e clássico. Não querem viver deste talento. Acham que é um complemento agradável face às profissões que têm.

António Ledo - acordeão
É de uma família de artistas: mãe tocava acordeão e avô concertina. Aos 10 anos foi para a Escola de Artes de Sines, que deixou mais tarde por querer seguir Ciências. Aos 13 foi vice-campeão num concurso de acordeão em Alcobaça.

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