Revista de imprensa. Quase mil milhões de euros em reformas antecipadas foram pagos pelos bancos
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Revista de imprensa. Quase mil milhões de euros em reformas antecipadas foram pagos pelos bancos

Leia os destaques da imprensa desta quinta-feira, 2 de abril.
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Os 50 anos da Constituição da República Portuguesa é o tema único da edição desta quinta-feira, 2 de abril, do jornal Público, que refere ela está entre o desejo de revisão e o medo do revisionismo.

A este propósito, constitucionalista Jorge Miranda, que há 50 anos participou na realização deste documento fundamental para a Democracia, considera que “o Chega não deve interferir na escolha dos juízes do TC”.

O Jornal de Notícias puxa para manchete da sua edição o facto de os bancos terem gastado quase mil milhões de euros em reformas antecipadas, sendo que a Caixa Geral de Depósitos lidera saídas precoces com mais de 500 milhões de euros em 2024. Este diário consultou um especialista que justifica estes números com necessidade de redução de custos.

Por sua vez, o Correio da Manhã tem como principal tema as escolas, onde em 2025 se registaram 35 crimes por cada dia de aula, de acordo com o Relatório Anual de Segurança Interna (RASI). É ainda destacado que o uso de armas em estabelecimentos de ensino subiu 50% num ano.

Nos económicos, o Negócios diz que a gestão sem amarras vai ser decisiva para vender a TAP.

Já o Jornal Económico, chama para tema principal da primeira página a Via Verde para a imigração que recebeu sinal vermelho do turismo e da construção, um ano depois da entrada em vigor do Protocolo de Cooperação para a Migração Laboral Regulada. Estes setores classificam esta medida como “insuficiente” e dizem que resolve um problema que “é estrutural”. AEP diz que “é preciso dignificar estes trabalhadores”.

O Diário de Notícias revela que a direção do SNS ignora proposta para reduzir tempo de espera nas consultas.

Nova legislação sobre novos tempos de resposta para consultas nos hospitais rejeita proposta de Grupo de Trabalho do SINACC em vários pontos, nomeadamente na redução dos tempos de espera de doentes. Grupo queria 15 dias em vez dos atuais 30 para nível muito prioritário e 45 dias em vez dos 60 dias para prioritários. Direção Executiva do SNS rejeita críticas e garante que “alterações visam acesso mais célere”.

Revista de imprensa. Quase mil milhões de euros em reformas antecipadas foram pagos pelos bancos
Leia aqui o DN desta quinta-feira, 2 de abril

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