Universidade de Verão da JSD/Açores arranca com líder nacional dos jovens

A quinta edição da Universidade de Verão do PSD/Açores e da JSD/Açores inicia-se esta quinta-feira com a presença da líder dos jovens sociais-democratas, mas sem o presidente do partido, que chegou a integrar o programa.

Na sessão de abertura do evento, que decorrerá na Vila do Porto, na ilha de Santa Maria, falará a presidente da JSD, Margarida Balseiro Lopes, o presidente da JSD/Açores, Flávio Soares, e o presidente da comissão política de ilha do PSD de Santa Maria, Paulo Parece.

Rui Rio, presidente do PSD, chegou a estar anunciado, mas entretanto a sua presença na região autónoma dos Açores não se confirmou.

Ao longo de quatro dias, estarão reunidos na ilha açoriana cerca de 30 jovens da região, em jornadas que vão "abordar as grandes questões dos Açores e do mundo, como inovação e tecnologia, turismo, União Europeia, poder local, participação na política, agricultura, coesão e comunicação".

Deputados locais, nacionais e ao Parlamento Europeu, autarcas e outras figuras da sociedade civil, casos de Gonçalo Lobo Xavier, membro do Comité Económico e Social Europeu, Ana Andrade, professora da Universidade Católica Portuguesa, ou Carlos Santos, presidente do Observatório do Turismo dos Açores, integram também os trabalhos a decorrer na Vila do Porto.

Os trabalhos da edição deste ano da Universidade de Verão terminam no domingo, 02 de setembro, com uma sessão de encerramento na qual vão falar o presidente do PSD/Açores, Duarte Freitas, novamente o presidente da JSD/Açores, Flávio Soares, e o autarca de Vila do Porto, Carlos Henrique Rodrigues.

Recaem algumas expectativas sobre a intervenção de Duarte Freitas, visto poder ser a última presença pública do social-democrata como líder do PSD/Açores, visto o partido ir a eleições no final de setembro e Freitas não se apresentar a votos.

Entre a primeira edição da Universidade de Verão, em 2014, e contando com a edição deste ano, passaram pelo evento de formação política e cívica cerca de 160 jovens de todas as ilhas dos Açores.

Ler mais

Exclusivos

Premium

Adriano Moreira

O relatório do Conselho de Segurança

A Carta das Nações Unidas estabelece uma distinção entre a força do poder e o poder da palavra, em que o primeiro tem visibilidade na organização e competências do Conselho de Segurança, que toma decisões obrigatórias, e o segundo na Assembleia Geral que sobretudo vota orientações. Tem acontecido, e ganhou visibilidade no ano findo, que o secretário-geral, como mais alto funcionário da ONU e intervenções nas reuniões de todos os Conselhos, é muitas vezes a única voz que exprime o pensamento da organização sobre as questões mundiais, a chamar as atenções dos jovens e organizações internacionais, públicas e privadas, para a necessidade de fortalecer ou impedir a debilidade das intervenções sustentadoras dos objetivos da ONU.