Nasrin Sotoudeh foi condenada a 33 anos de prisão e 148 chicotadas pelo regime iraniano, segundo declarações públicas do seu marido veiculadas pela imprensa internacional.."Esta advogada reconhecida internacionalmente representou, sem medo, mulheres processadas por remover o véu em público e ativistas da oposição, depois de ter lutado durante anos para poder exercer a sua profissão enquanto mulher no Irão. Foi detida em 2018 e acusada de espionagem, de difusão de propaganda e de insultos ao líder iraniano Ali Khamenei", é referido no voto do PAN. .No texto, o PAN salienta também que a Amnistia Internacional "já condenou esta ação, reivindicando a sua ilibação e libertação imediatas". ."Segundo esta organização não governamental de Direitos Humanos, esta é a sentença mais dura contra uma pessoa defensora dos Direitos Humanos no Irão nos últimos anos, o que sugere que as autoridades, encorajadas pela impunidade generalizada por violações dos Direitos Humanos, estão a intensificar a repressão sobre os cidadãos e cidadãs deste país", é acrescentado.