Mais de 200 juízes em encontro anual do CSM para debater tecnologias na justiça

Mais de 200 juízes participam em Coimbra, no XIII Encontro Anual do Conselho Superior da Magistratura, em que serão debatidas a gestão do CITIUS e tecnologias na justiça, nomeadamente as plataformas digitais utilizadas pelos magistrados nos tribunais.

O evento, que termina na sexta-feira, contará hoje, na sessão de abertura, com as intervenções do presidente do Supremo Tribunal de Justiça (STJ) e, por inerência, do Conselho Superior da Magistratura (CSM), António Joaquim Piçarra; da Procuradora-Geral da República, Cecília Gago e do presidente da Câmara Municipal de Coimbra, Manuel Machado.

Na sexta-feira, a Secretaria de Estado da Justiça, Anabela Pedroso, apresentará o projeto do novo CITIUS, a plataforma eletrónica de tramitação processual, durante o painel "tramitação e assessoria digital".

A debater hoje os temas em torno da administração e gestão do CITIUS vão estar o presidente do Tribunal da Relação de Coimbra, Luís Azevedo Mendes o professor da Universidade de Coimbra e vogal do CSM Jorge Alves Correia, a juíza presidente do tribunal da Comarca de Coimbra, Isabel Namora e o juiz de Direito Nuno Lemos Jorge.

No encontro será também debatida a utilização de VPN (rede virtual de comunicações) pelos magistrados judiciais enquanto ferramenta de trabalho e serão apresentados projetos de boas práticas na área da tecnologia ao serviço da justiça.

A iniciativa, que se realiza desde 2003, termina com uma intervenção do vice-presidente do CSM, Mário Belo Morgado.

Ler mais

Exclusivos

Premium

Ricardo Paes Mamede

Foi Centeno quem fez descer os juros?

Há dias a agência de notação Standard & Poor's (S&P) subiu o rating de Portugal, levando os juros sobre a dívida pública para os níveis mais baixos de sempre. No mesmo dia, o ministro das Finanças realçava o impacto que as melhorias do rating da República têm vindo a ter nas contas públicas nacionais. A reacção rápida de Centeno teve o propósito óbvio de associar a subida do rating e a descida dos juros às opções de finanças públicas do seu governo. Será justo fazê-lo?