Governo anuncia adjudicação de obra para reparação da EN247, em Sintra

As obras de reparação do piso da Estrada Nacional 247 (EN247), em Sintra, vão iniciar-se durante este mês, resolvendo os condicionamentos de trânsito que têm afetado aquela via desde novembro passado, anunciou hoje o Governo.

A travessia da EN247 - que liga a vila de Sintra à freguesia de Colares, no distrito de Lisboa - tem estado a ser feita, desde novembro, apenas por uma via (semaforizada), na zona de Galamares, devido à queda de um muro.

Esta situação tem originado "enormes filas de trânsito", nalguns casos com oito quilómetros.

Esta tarde, durante uma cerimónia em que foi apresentado o plano de limpeza das faixas de gestão de combustível da Serra de Sintra, o ministro do Planeamento e das Infraestruturas, Pedro Marques, anunciou que já foi adjudicada a obra para reparação da via e perspetivou que esta intervenção possa estar concluída até julho.

"Tinha sido lançado pelo IP (Infraestruturas de Portugal) um primeiro concurso, mas este ficou deserto e houve necessidade de lançar um segundo, tendo sido finalmente encontrado um interessado", explicou.

A intervenção tem um custo previsto de cerca de 50 mil euros e deverá iniciar-se até ao final deste mês.

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Henrique Burnay

Discretamente, sem ninguém ver

Enquanto nos Estados Unidos se discute se o candidato a juiz do Supremo Tribunal de Justiça americano tentou, ou não, há 36 anos abusar, ou mesmo violar, uma colega (quando tinham 17 e 15 anos), para além de tudo o que Kavanauhg pensa, pensou, já disse ou escreveu sobre o que quer que seja, em Portugal ninguém desconfia quem seja, o que pensa ou o que pretende fazer a senhora nomeada procuradora-geral da República, na noite de quinta-feira passada. Enquanto lá se esmiúça, por cá elogia-se (quem elogia) que o primeiro-ministro e o Presidente da República tenham muito discretamente combinado entre si e apanhado toda a gente de surpresa. Aliás, o apanhar toda a gente de surpresa deu, até, direito a que se recordasse como havia aqui genialidade tática. E os jornais que garantiram ter boas fontes a informar que ia ser outra coisa pedem desculpa mas não dizem se enganaram ou foram enganados. A diferença entre lá e cá é monumental.