Futebol: I Liga / Paços de Ferreira -- Rio Ave (declarações)

Declarações no final do encontro entre Paços de Ferreira e Rio Ave (0-0), da 33.ª jornada da I Liga portuguesa de futebol, disputado hoje no estádio Capital do Móvel:
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João Henriques (treinador do Paços de Ferreira): "Sabíamos que teríamos de ir para a última jornada fechar as contas e não mudou grande coisa, mas queríamos ganhar para ficarmos mais perto. Continuamos com a mesma ambição à procura de conquistar os três pontos e dependemos apenas de nós.

O jogo que fizemos aqui, principalmente os segundos 45 minutos, dá-nos toda a garantia de que as coisas vão correr bem.

Será mais uma semana em que vamos tentar focar a equipa no que é o nosso objetivo, jogar para ganhar. Vamos preocupar-nos em colocar os jogadores na melhor forma física, prepará-los para que estejam bem mentalmente e façam o que saibam fazer.

Queríamos começar mais fortes que o adversário, sabíamos da valia do Rio Ave e o que faz para chegar às nossas zonas de finalização. A segunda parte foi tremendamente esgotante pelo que tivemos que pressionar.

Fomos entrando no jogo a tentar pressionar o adversário e começar a arriscar mais um pouco. Este empate tem algum amargo de boca. Temos feito jogos suficientes para conquistar três pontos. Hoje, o que fizemos seria normal para conquistarmos os três pontos, mas não foi possível. Não ganhou a equipa que esteve melhor na partida."

Miguel Cardoso (treinador do Rio Ave): "Foi um feito histórico, porque conseguimos a melhor classificação de sempre na história do clube.

Este Rio Ave foi uma equipa que encarou a temporada de forma disciplinada, com uma ideia de jogo que eu trouxe. O plantel sofreu perdas importantes na época anterior, foi um grupo com muitas alterações, mas sempre trabalhou muito. Tivemos momentos muito bons. Sempre fomos muitos consistentes quanto à intenção que tínhamos do nosso jogo e foi à conta disso que somámos pontos. Fomos valorosos.

No ano passado, o Rio Ave lutou pelo sexto lugar e ficou em sétimo, e esta época conseguiu o quinto, por isso, estamos muito contentes, a direção, o clube e os associados.

Quero agradecer ao clube a confiança que depositou em mim. Saí da Ucrânia depois de quatro anos, com a intenção de parar, e, quando o Rio Ave soube que estava disponível, desafiou-me para este projeto. Não posso deixar de agradecer ao presidente a aposta em mim. É algo que me marca.

Tenho dois anos de contrato com o Rio Ave e este não é o momento para estarmos a falar sobre o meu futuro. Sinto-me bem no Rio Ave."

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