Finalistas de arquitetura do Porto vão a Amarante pensar a regeneração da cidade

Sessenta finalistas de arquitetura da Universidade do Porto (UP) vão trabalhar nas ruas de Amarante, durante cinco dias, em ideias para a revitalização urbana da cidade, informou hoje a câmara municipal.

Segundo a autarquia, a atividade designar-se-á "Maratona de Projeto Reinventar Lugares" e ocorre no âmbito da parceria estabelecida com aquela universidade, no contexto do projeto "RUA - Revitalização Urbana de Amarante".

Os finalistas da Faculdade de Arquitetura da UP vão discutir "soluções de projeto inovadoras para diversos espaços da cidade, concretizando diferentes pontos de vista, estratégias ou hipóteses de atuação através do desenho urbano", lê-se num comunicado.

A autarquia assinala também que as ideias deverão ter em conta "uma primeira aproximação à história da cidade e às suas transformações sociológicas, económicas e culturais".

A parceria entre a Câmara de Amarante e a UP permitirá aos alunos, com esta ação, "a troca de ideias e conhecimentos com a presença de técnicos municipais, especialistas em diferentes valências disciplinares, docentes e investigadores da Faculdade de Arquitetura da UP".

A atividade vai decorrer de 19 a 23 de fevereiro e culminará com a apresentação pública dos resultados. Essa sessão está marcada para o auditório da Casa da Portela, no dia 23 de fevereiro.

Ler mais

Exclusivos

Premium

Opinião

Os aspirantes a populistas

O medo do populismo é tão grande que, hoje em dia, qualquer frase, ato ou omissão rapidamente são associados a este bicho-papão. E é, de facto, um bicho-papão, mas nem tudo ou todos aqueles a quem chamamos de populistas o são de facto. Pelo menos, na verdadeira aceção da palavra. Na semana em que celebramos 45 anos de democracia em Portugal, talvez seja importante separarmos o trigo do joio. E percebermos que há políticos com quem podemos concordar mais ou menos e outros que não passam de reles cópias dos principais populistas mundiais, que, num fenómeno de mimetismo - e de muito oportunismo -, procuram ocupar um espaço que acreditam estar vago entre o eleitorado português.