Concurso de ideias "Platicemar" visa a criação de empresas na economia do mar

O gestor executivo da rede de inovação Inova-Ria, Paulo Marques, disse hoje que o objetivo do concurso de ideias "Platicemar" é gerar start-ups na economia do mar.

Falando em Aveiro na apresentação do concurso, cujo prazo de candidatura encerra dia 23, Paulo Marques deu conta de que as energias renováveis, a exploração do solo marinho e a tecnologia marinha são três áreas que gozam de prioridade na grelha de apreciação do júri.

Apesar disso, salientou, o concurso "é abrangente a outras temáticas" da economia do mar, onde foram detetadas necessidades a satisfazer por novas empresas, nomeadamente nas áreas logística e portuária.

O objetivo de dinamizar a criação de start-up's na economia do mar é materializado no concurso de ideias, através da configuração dos prémios, que revertem para a sturt-up e não para quem apresentou a ideia a concurso.

"Após a seleção, as ideias passam a um processo de aceleração e mentoria porque o nosso objetivo é também estruturar uma rede de mentores locais", explicou.

O Concurso de Ideias de Negócio para a Economia do Mar é uma das realizações do projeto "Platicemar" (Plataforma de Consolidação do Setor da TICE e Empreendorismo na Economia do Mar) que pretende contribuir para que seja alcançado um modelo de desenvolvimento sustentável na Fileira da economia do mar, tendo como base o incremento da cooperação e inovação no setor.

Além da rede de inovação Inova-Ria, o projeto "Platicemar" conta com o apoio das universidades de Aveiro, Coimbra e Politécnico de Leiria, de autarquias como a Câmara de Ílhavo, e tem como parceiros o Fórum Oceano, a Associação Comercial e Industrial da Figueira da Foz, a Associação Empresarial da Região de Leiria (NERLEI) e a Sines Tecnopolo.

O projeto é financiado pelo Programa COMPETE 2020, no âmbito do Sistema de Apoio a Ações Coletivas -- Promoção do Espírito Empresarial.

Lusa / Fim

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