"Muitas vezes acusam-nos de sermos inimigos da liberdade. Ora, esta fortaleza vem colocar esta questão de como podemos estar contra a liberdade se tanto lutamos por ela e se tantas vidas e tantas liberdades os comunistas deram para que a liberdade existisse no nosso país, como aconteceu no 25 de abril", afirmou Jerónimo de Sousa, analisando o contexto internacional.O líder dos comunistas em Portugal defendeu que nunca se pode estar descansado "dando por adquirido aquilo que se pode perder, a liberdade", motivo pelo qual o partido apoia o projeto de criação de um museu nacional dedicado à luta pela liberdade e pela democracia na Fortaleza de Peniche.