Alunos portugueses disputam final de concurso nacional de leitura no dia de Camões

Mais de 200 alunos de escolas de todo o país vão participar, no dia 10 de junho, na final do Concurso Nacional de Leitura, durante a qual serão desafiados a prestar provas de escrita e de leitura.

A ter lugar no Teatro-Cine de Pombal, a final do concurso - que este ano acontece no Dia de Portugal, de Camões e das Comunidades Portuguesas - consistirá numa prova em que os alunos concorrentes fazem a "defesa" de um livro, escolhido por eles, e são avaliados pela expressividade da leitura e pela capacidade de argumentação, segundo informação do Plano Nacional de Leitura (PNL), responsável pela iniciativa.

Desta prestação resultarão 20 finalistas para disputar a última prova deste concurso. No final, são atribuídos três prémios e duas menções honrosas a cada um dos ciclos de ensino (1.º, 2.º e 3.º ciclos e secundário).

De acordo com a informação disponível na página oficial do PNL, este ano registaram-se, para participar na iniciativa, cerca de 5.000 alunos provenientes de mil escolas portuguesas, situadas em Portugal continental e ilhas, mas também noutros países, como Cabo Verde, Angola, Moçambique e São Tomé e Príncipe.

Houve um primeiro momento escolar, a que se seguiu o municipal e o intermunicipal, durante os quais os participantes foram sendo selecionados até serem identificados e apurados os 204 alunos, que vão estar presentes na final.

Centenas de professores, de professores bibliotecários, mediadores de leitura e as próprias famílias participam e animam este concurso de leitura e escrita.

As provas a serem prestadas irão permitir que um júri qualificado avalie as capacidades de leitura expressiva e de argumentação dos alunos concorrentes, em defesa do livro que os próprios escolheram levar à final.

Esta é a 12.ª edição do Concurso Nacional de Leitura (CNL), uma iniciativa do Plano Nacional de Leitura 2027, em parceria com a Rede de Bibliotecas Escolares, a Direção Geral do Livro, Arquivos e Bibliotecas, o Instituto Camões, a Direção de Serviços de Ensino e Escolas Portuguesas no Estrangeiro.

Ler mais

Exclusivos

Premium

Daniel Deusdado

Começar pelas portagens no centro nas cidades

É fácil falar a favor dos "pobres", difícil é mudar os nossos hábitos. Os cidadãos das grandes cidades têm na mão ferramentas simples para mudar este sistema, mas não as usam. Vejamos a seguinte conta: cada euro que um português coloca num transporte público vale por dois. Esse euro diminui o astronómico défice das empresas de transporte público. Esse mesmo euro fica em Portugal e não vai direto para a Arábia Saudita, Rússia ou outro produtor de petróleo - quase todos eles cleptodemocracias.